CARTA: Questão salarial dos professores é motivo de debate

 Alunos do quinto ano trabalham em uma sala de aula na Crestwood Elementary School em Las Vegas, quarta-feira... (Erik Verduzco/Las Vegas Review-Journal)

A carta de Sheila Morse no sábado continuou o pedido anual esperado e equivocado de que, se apenas aumentarmos os salários dos professores, nosso sistema educacional subitamente subiria de seu atual status de quase pior da nação. A Sra. Morse e outros escritores de cartas citam a pesquisa noturna e a preparação que os professores devem fazer para o dia seguinte, como se nunca tivessem ouvido falar do conceito de “dever de casa”.

Os membros do Conselho de Curadores do Distrito Escolar do Condado de Clark definiram o limite para a competência de ensino de Las Vegas quando decidiram que você nem precisa de um diploma para cumprir esse papel. Não que isso realmente importe. Quanto pior pode ficar? A medida em que eles apóiam o superintendente parece terminar com o pagamento de seus honorários advocatícios.



Qual seria esse salário para os professores concordarem em pagar pelo desempenho? A Sra. Morse usa a analogia do “pessoal do esporte”. Mas jogadores, treinadores e gerentes são demitidos por não fazerem seu trabalho. Em Las Vegas, os professores fazem piquete “pelos alunos”, ganham concessões e depois voltam para o mesmo time perdedor.



Vamos dividir a equipe (o distrito), demitir os proprietários (curadores incompetentes) e contratar alguns agentes livres que não estão em sintonia com a Federação Americana de Professores. Esses seriam movimentos “para os alunos”.